SINTEGRAÇÃO SOBRE ABERTURA
Na aula de AIA do dia 06/10/22, foi feita uma dinâmica de sintegração em salas de aula on-line que consistiam em 4 rodadas de discussão coletiva, sendo cada rodada composta por integrantes, funções e temas de debate diferentes. A seguir, a experiência de cada uma das rodadas:
RODADA 1 - Sala 2: Discutir as possibilidades de interfaces com as quais as próprias pessoas engajem para dar continuidade na produção (como proposto por Haque), tendo em mente a mudança de foco do produto para o processo (como proposto por Jones). (DEBATEDORA)
Nesta rodada de introdução, discutimos como o resultado final fica em segundo plano em relação ao processo, usando como base os textos de Haque e Jones. Tal teoria pode ser aplicada na área de arquitetura, em que a construção da planta deve ser feita sem ter foco a um projeto fixo. Utilizamos como exemplo um dos pontos de Le Corbusier que fala sobre a arquitetura livre, em que os espaços são altamente modificáveis preservando a estrutura, de forma que o produto seja mutável, pois assim há um leque de possibilidades para que o indivíduo adapte o espaço conforme necessidades advindas com o passar do tempo.
RODADA 2 - Sala 5: Discutir a possibilidade da magia pela experiência e não da mágica pelo truque (ou seja, pela ignorância dos processos), como recurso para promover a abertura ao outro (conforme indicado nos textos de Flusser, Haque e Gullar). (OBSERVADORA)
A segunda rodada atuei como observadora e percebi que os debatedores e críticos concluíram que a magia pela experiência é um processo muito mais significativo do que a magia simplesmente pelo truque, uma vez que ela tem a chance de nos conectar melhor com o outro.


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